- agosto 1, 2026
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- Category: Notícias
As pesquisas Genial/Quaest divulgadas entre segunda-feira, 27, e quinta-feira, 30, traçam um panorama diversificado da corrida pelos governos estaduais em dez unidades da Federação. O levantamento foi realizado em: Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.
A pesquisa revelou disputas equilibradas em Estados como Bahia, Ceará e Rio Grande do Sul, enquanto revelam cenários mais favoráveis para determinados pré-candidatos em Goiás, São Paulo e Paraná.
Bahia
Na Bahia, a disputa segue aberta. O ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) aparece numericamente à frente do governador Jerônimo Rodrigues (PT) na simulação de primeiro turno, mas ambos estão tecnicamente empatados dentro da margem de erro. O mesmo cenário se repete em uma eventual segunda rodada, com vantagem numérica de ACM Neto sem que haja diferença estatisticamente consolidada.
Ceará
No Ceará, o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB) lidera a corrida ao Palácio da Abolição. No primeiro turno, ele soma 43% das intenções de voto, contra 33% do governador Elmano de Freitas (PT). Em um eventual segundo turno, Ciro amplia a vantagem registrada em abril, alcançando 48%, enquanto Elmano permanece com 35%. Segundo a Quaest, o tucano concentra apoio entre eleitores de direita e também lidera entre os independentes, enquanto o governador mantém predominância entre lulistas e eleitores de esquerda.
Goiás
Em Goiás, o vice-governador Daniel Vilela (MDB) desponta como favorito. Ele lidera tanto no primeiro turno quanto nas simulações de segundo turno, mantendo ampla vantagem sobre os adversários. O desempenho ocorre em um cenário de elevada aprovação do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD), que deixou o cargo para disputar a Presidência da República.
Minas Gerais
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Em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparece na liderança em todos os cenários em que seu nome é incluído, embora ainda não tenha confirmado candidatura. Sem sua participação, as projeções apontam equilíbrio entre os principais concorrentes, com disputas tecnicamente empatadas.
Pará
No Pará, a governadora Hana Ghassan (MDB) lidera as simulações estimuladas de primeiro e segundo turno, impulsionada pela alta aprovação do ex-governador Helder Barbalho (MDB), de quem foi vice. Ainda assim, ela aparece em empate técnico com o ex-prefeito Dr. Daniel Santos (Podemos).
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Paraná
O levantamento no Paraná coloca o senador Sérgio Moro (PL) na dianteira da disputa, com vantagem expressiva sobre os demais concorrentes. Apesar disso, a pesquisa indica que a maior parte do eleitorado afirma ainda poder mudar de voto até a eleição.
Pernambuco
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Em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSD) aparece à frente do prefeito do Recife, João Campos (PSB), no primeiro turno. No segundo turno, o cenário registra uma inversão em relação ao levantamento anterior: Raquel assume a liderança, embora permaneça tecnicamente empatada com o adversário.
Rio de Janeiro
No Rio de Janeiro, o ex-prefeito da capital Eduardo Paes (PSD) lidera os dois cenários de primeiro turno testados pela Quaest e venceria com ampla margem uma eventual disputa de segundo turno contra Anthony Garotinho (Republicanos).
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Rio Grande do Sul
Já no Rio Grande do Sul, Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL) aparecem tecnicamente empatados na liderança. O levantamento também mostra elevado percentual de eleitores indecisos e indica que a maioria ainda considera possível mudar de candidato.
São Paulo
Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) mantém vantagem confortável sobre o ex-ministro Fernando Haddad (PT), tanto no primeiro turno quanto em uma eventual segunda etapa da disputa. A pesquisa também aponta estabilidade na aprovação do governo estadual e revela que a maior parcela do eleitorado paulista prefere um governador independente, sem alinhamento direto ao presidente da República ou ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Os levantamentos foram realizados entre os dias 21 e 28 de julho, conforme o estado pesquisado, com amostras que variam entre 900 e 1.650 entrevistas presenciais. Todas as pesquisas têm nível de confiança de 95% e margem de erro entre dois e três pontos porcentuais, além de registro na Justiça Eleitoral.

