CBA (CBAV3) reverte prejuízo e tem lucro líquido de R$ 410 mi no 2º tri






O lucro líquido da Companhia Brasileira de Alumínio, a CBA (CBAV3), atingiu R$ 410 milhões no segundo trimestre de 2026, de acordo com balanço divulgado nesta terça-feira (4). No mesmo período do ano anterior, a companhia registrou prejuízo de R$ 73 milhões.

O trimestre foi marcado pelo preço médio recorde do alumínio na LME a US$ 3.571 a tonelada, maior patamar para um trimestre, segundo a CBA. Ao comparar com o mesmo trimestre no ano anterior, a alta do preço foi de 46%.

Além do aumento do preço, o volume total de vendas de alumínio também cresceu. Ao final do período, a companhia alcançou 131 mil toneladas, representando um crescimento de 10% na comparação anual.

Com o crescimento das vendas, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado cresceu 273% se comparado ao 2º tri de 2025. Desta vez, o Ebitda ajustado chegou a R$ 705 milhões.

De acordo com a companhia, esse foi o Ebitda maior da história da empresa, 3,7 vezes o resultado observado no 2T25 e 51% superior ao resultado reportado no primeiro trimestre. A margem Ebitda do período também cresceu 18 pontos percentuais na comparação anual.

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A receita líquida subiu 28% ao ano, alcançando R$ 2,6 bilhões no 2º tri. O desempenho reflete a alta dos preços e o crescimento nos volumes de venda, com destaque para o segmento de primários. A dívida líquida encerrou o trimestre em R$2,8 bilhões, redução de 10% em relação a março de 2026.



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