- agosto 8, 2026
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O Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã declarou que o Estreito de Ormuz não será aberto até que os Estados Unidos “corrijam seu comportamento”, emitindo novas exigências que podem abalar as negociações sobre um acordo para gerenciar a via navegável e o tráfego nela.
A emissora estatal do Irã publicou a declaração do secretário do conselho, Mohammad Bagher Zolghadr, que também é comandante da Guarda Revolucionária. Os Estados Unidos, diz a declaração, “nunca devem ameaçar o Irã novamente e devem encerrar permanentemente a guerra com o Irã e seus aliados armados na região”.
Zolghadr também exige que os EUA levantem o bloqueio naval dos portos iranianos e retirem suas forças militares da área. Além disso, o Irã quer ser completamente compensado pelos danos da guerra, e que os EUA levantem sanções e liberem “incondicionalmente” os ativos congelados.
Não houve comentário imediato dos EUA, que queriam um acordo aceitável primeiro sobre o estreito antes de encerrar o bloqueio. De acordo com o acordo provisório assinado em junho, um cronograma para encerrar as sanções e um plano de compensação fariam parte do acordo final, e as negociações abordariam os ativos congelados.
O fim de um período de 60 dias para negociar um acordo final terminará em pouco mais de uma semana, mas pode ser estendido. O Irã afirmou que estava perto de alcançar um acordo separado com Omã para gerenciar o estreito, que corre entre os dois países. O Ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, disse neste sábado que as partes estão perto de chegar a um acordo sobre a navegação, “especificamente a determinação de uma rota de trânsito”. Mas a reabertura da via navegável está condicionada a outras condições, disse ele em declarações compartilhadas nas redes sociais. Abbas Araghchi atribui a situação à violação do acordo provisório pelos EUA.
Omã, um país árabe do Golfo mediador, afirmou em uma declaração neste sábado que as discussões estavam em andamento “em uma atmosfera positiva e construtiva” e condenou ataques a navios no estreito.
O estreito, crucial para o fornecimento global de petróleo e gás natural, era considerado uma via navegável internacional antes da guerra. O trânsito de navios permanece baixo.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

